Eu Faço Molho de Tomate Caseiro Sem Complicação!
Tá afim de um molho que salva o almoço sem drama? Eu conto aqui o jeitinho que eu preparo lá em casa: simples, sem técnica chata e com gosto de comida de verdade.
Trocar o pronto pelo feito por você muda tudo — mais sabor, menos ingredientes estranhos e você manda no sal e na acidez. Eu já deixo o mapa: escolher o melhor fruto, preparar sem sofrimento, bater (ou não), reduzir na panela e finalizar com manjericão.
É a receita que rende, congela bem e aparece em vários pratos do dia a dia: macarrão, lasanha, almôndega, parmegiana… qualquer prato fica mais gostoso com algo feito em casa.
Vou ensinar duas versões: uma rústica, com pedacinhos, e outra lisinha, pra agradar toda a família. Também dou os truques pra evitar acidez e deixar o resultado redondo. Promessa: fácil, barata e sem complicação — você vai adorar!
Se quiser dicas sobre tipos de tomate e escolhas certeiras, tem um ótimo guia prático neste artigo sobre o molho perfeito.
Principais pontos
- Receita simples e sem frescura, testada em casa.
- Mais sabor e controle dos temperos que o industrializado.
- Duas texturas: rústica (pedacinhos) e lisa.
- Rende bastante e pode ser congelada para o dia a dia.
- Truques rápidos para reduzir acidez e ajustar o ponto.
Ingredientes e melhores tomates para um molho de tomate caseiro cheio de sabor
Escolher o tomate certo é meio caminho pro sucesso do seu prato. Eu sempre busco frutos maduros, firmes e sem manchas — isso muda total o sabor no final.

Variedades que eu uso e por quê
- Italiano — carnudo e ótimo pra reduzir; vira um purê encorpado.
- Débora — polpa generosa e baixa acidez quando maduro; lindo pro sabor natural.
- Holandês (de cacho) — docinho, pouca acidez; rende um molho bem equilibrado.
- Tomate pelado / San Marzano — atalho esperto: doçura e consistência sem pele nem semente.
Ingredientes-chave e o papel de cada um
- Azeite: base que traz brilho e sabor.
- Cebola: cozinha até ficar doce e ajuda a baixar a acidez.
- Alho: perfume; uso com parcimônia se quiser suave.
- Sal e pimenta: ajusto no final.
- Manjericão: entra por último pra deixar fresco.
Sobre acidez: escolha tomates bem maduros, capriche no refogado (cebola macia) e, se precisar, uma pitada de açúcar resolve sem estragar o gosto. Com esses ingredientes simples, seu molho tomate caseiro já nasce gostoso — confia!
Como fazer molho de tomate caseiro na panela e no liquidificador
Nada de mistério: a sequência que eu sigo garante um molho gostoso e sem acidez chata. Primeiro higienizo os tomates, tiro o pé e decido se vou remover sementes (eu tiro, fica menos aguado).
Choque térmico e preparo
Faço um X na base, mergulho os tomates na água fervente até a pele rachar e já passo pra tigela com gelo. Daí a pele sai fácil a partir do X. Depois corto ao meio e tiro as sementes com uma colher.
Refogado e começo na panela
Na panela, azeite e cebola em fogo médio por cerca de 10 minutos, até ficar bem macia e adocicada — isso ajuda a reduzir a acidez. Jogo os dentes alho picadinhos só depois, pra não queimar.
Liquidificador e ponto do molho
Sem colocar água, bato os tomates no liquidificador: pulso pra rústico ou contínuo pra liso. Misturo ao refogado, ajusto sal e deixo subir fervura. Abaixo o fogo e deixo o cozimento rolar por cerca de 1 hora, mexendo vez em quando, até encorpar (varia conforme a panela).
Final
Nos últimos 2 minutos, espalho folhas manjericão e alguns raminhos pra perfumar. Provo e ajusto sal e pimenta — pronto, tá no ponto!
Truques para acertar textura, acidez e criar variações do molho tomate
Pequenos ajustes no tempo e na panela mudam tudo no ponto do seu molho. Quer mais grosso? Deixa reduzir por mais tempo em fogo baixo e use uma panela larga — a área maior ajuda a evaporar rápido. Quer mais fluido? Cozinha menos e pronto.

Acidez equilibrada sem perder o gosto
Refogo a cebola até ficar bem doce; isso já baixa a acidez do tomate. Se precisar, ponho uma pitadinha de açúcar (começo com meia colherzinha e provo).
Variações pra não enjoar
- Com aliche — sabor intenso, ótimo em macarrão simples.
- Bacon + pimenta calabresa — defumado e picante; combina com pratos mais pesados.
- Alho e manjericão — clássico, cheiroso e coringa pra família.
Armazenamento prático: porcione em potes limpos, guarda na geladeira por até 5 dias ou congele por até 3 meses (não encha até a borda). Quer conservar fora? Pote bem higienizado, molho quente, banho-maria 30 min e checa o vácuo.
Pra engrossar rápido, uso maisena diluída em água quente e mexo em fogo baixo. Com esses truques, sua receita vira salva-vidas da cozinha! truques caseiros
Conclusão
Pra fechar: poucos passos e ingredientes certos já resolvem um molho digno de abraço.
Não precisa de mil ferramentas — uma panela, um liquidificador (se quiser) e uns dentes de alho bastam pra começar. Eu garanto: o refogado caprichado e a redução na panela fazem a maior diferença.
Teste a versão rústica ou a lisinha, mais suave ou com um toque extra de tempero. Um fio de azeite no início (e, se curtir, um tiquinho no final) dá brilho e sabor.
Faça uma leva maior, congele e ganhe praticidade no dia a dia. Depois me conta como ficou sua receita e qual versão virou a queridinha aí na sua casa — e não esquece dos outros dentes na próxima rodada!







